a companhia nacional de navegação aérea
Em
1935 ano, Henrique Lage criava a empresa denominada Companhia Nacional de Navegação
Aérea, destinada ao transporte de carga e passageiros e à fabricação de aviões.
Para este último fim, seria constituída uma subsidiária da empresa, a Fábrica
Brasileira de Aviões que, no entanto, nunca chegou a contar com personalidade
jurídica. A CNNA foi a primeira fábrica de aviões no Brasil.
Henrique
Lage vinha interessando-se pela aeronáutica desde 1920, quando da construção
do aparelho Rio de Janeiro. Em 1933, sob a supervisão de Guedes Muniz, foi
construído um planador primário na Ilha de Viana, denominada Avia, empregando
madeira nacionais.
Dezesseis
anos depois da construção do avião Rio de Janeiro, Lage tornava realidade sua
idéia de fabricar aviões no país. Em março de 1933, o engenheiro belga René
Vandeale era contratado pela Companhia Nacional de Navegação Costeira por
indicação de Guedes Muniz. Para a empresa também foi contratado o desenhista
francês Del Carli. Os dois seriam responsáveis pela condução da produção
dos aviões da série Muniz para CNNA.
De
1936, quando se iniciou a produção industrial dos aparelhos, até 1941, foram
fabricados 26 Muniz M7, sendo que oito para uso militar e 18 destinados à formação
de pilotos civis nos aeroclubes. Em 30 de setembro de 1936, estavam prontos os
primeiros Muniz M7 de série. Até fins de 1937, mais de oito aeronaves eram
entregues.
Logo
em seguida, surgia um segundo modelo da série Muniz. A aeronave Muniz M9.
Tratava-se basicamente do mesmo aparelho, dotado com motores ingleses De
Haviland Gipsy mais possantes, de 200 cavalos, com o nariz ligeiramente mais
longo, para receber o novo motor, além de alterações no leme de direção. Em
1937 estava pronto o protótipo do M9. Sua performance era superior à do M7. Em
fevereiro de 1938 o aparelho era homologado. Em maio de 1939, o Exército
encomendava uma primeira série de vinte M9.
Cinco
M9 foram exportados, sendo dois para a Argentina, dois para o Paraguai e um para
o Uruguai. Outros 20 M9 foram encomendados pela Aviação Militar e fabricados
pela CNNA. A Segunda série de M9 contou com os motores norte-americanos Ranger,
uma vez que, em função da Segunda Guerra Mundial, a Inglaterra via-se impedida
de fornecer motores aeronáuticos para o Brasil. Em 1943 findava a produção
seriada do M9, que serviu à Força Aérea Brasileira entre março de 1942 e março
de 1943.
Guedes
Muniz não participava da Companhia Nacional de Navegação Aérea. O Exército,
proprietário dos desenhos para fabricação dos dois aviões, cedera-os a
Henrique Lage. Muniz assistia à fabricação quando necessário, permanecendo
como oficial da Aviação Militar e, mais tarde, da Força Aérea Brasileira. (1)
O
último avião projetado por Guedes Muniz foi o aparelho de treinamento
denominado M11. Foi construído no Serviço Técnico da Aeronáutica, sediado no
Campo dos Afonsos. A exemplo do M7 e do M9, o M11 era também uma aeronave de
treinamento primário, mas exprimia uma concepção consideravelmente mais avançada
do que seus antecessores. O aparelho contava com um motor Ranger,
norte-americano, de 190 cavalos de força. Voou pela primeira vez a 28 de
outubro de 1941 e acumulou milhares de horas de vôo sem nenhum problema técnico.
No
entanto, em janeiro de 1942 tinha início a montagem, na Fábrica do Galeão, de
232 aparelhos PT 19 Fairchild, projetados nos Estados Unidos, que ganharam a
designação brasileira 3FG, ou seja: terceiro modelo da Fábrica do Galeão. A
produção foi até novembro de 1943. Posteriormente a FAB recebeu mais 170
aeronaves PT 19, para treinamento, vindas dos Estados Unidos. O Fairchild era um
aparelho convencional, de estrutura de madeira. O Brasil já dispunha de
tecnologia própria para fabricar aviões de treinamento primário. Em menos de
dois anos, mais de duzentas aeronaves foram fabricadas.
Encomendas
desse vulto teriam sido capazes de promover a maturidade industrial e tecnológica
da Companhia Nacional de Navegação Aérea, que vinha industrializando projetos
desenvolvidos no país por brasileiros. A montagem de aeronaves produzidas sob
licença competiu com a tecnologia nascente.
Há
notícias de duas aeronaves da série Muniz que nunca chegaram a voar: os
aparelhos M6 e M8. O M6 era uma versão modificada do M5. O projeto foi
desenvolvido em 1935 e não contou com a participação de Muniz. Foi conduzido
pelo engenheiro belga René Vandeale. A fuselagem chegou a ser construída, mas
a célula nunca recebeu o motor. Em 1936, o M6, ainda sem motor, sofreu novas
modificações, ganhando a denominação de M8. Muniz não participou dos
trabalhos, e a aeronave nunca foi concluída.
Em
princípio de 1940, já encerrada a produção do M7 e da primeira série do M9,
a Companhia Nacional de Navegação Aérea dedicou-se ao projeto de outra
aeronave leve, para o treinamento primário de pilotos civis em aeroclubes. O
projeto era uma cópia do modelo norte-americano Piper Club e foi batizado HL1,
dando início à série de aviões que levariam as iniciais do empresário
carioca.
A
estrutura era de madeira e tubos de aço. A madeira, os tubos, as telas e os
indicadores de curvas eram nacionais. As hélices eram fabricadas pelo IPT, em São
Paulo. O motor era norte-americano da marca Continental, de 65 cavalos de
força.(2)
O aparelho levava dois passageiros. O avião destinava-se ao mercado dos
aeroclubes. Getúlio Vargas fixara a meta de formar três mil pilotos civis, que
se constituiriam na reserva da Força Aérea.
O
quadro de guerra motivava a criação da Campanha Nacional de Aviação, em
1941, pelo ministro Salgado Filho, da Aeronáutica, com o objetivo de angariar
recursos para a comprar de aeronaves leves para os aeroclubes. o jornalista
Assis Chateaubriand liderou a campanha, que gerou um ambiente propício para a
compra de aviões pelo Governo para os aeroclubes, e criou um mercado para os
aviões leves fabricados pela Companhia Nacional de Navegação Aérea e pela
Companhia Aeronáutica Paulista.(3)
Entre
1940 e 1941, foram construídos oito aparelhos denominados HL1 A. Em julho de
1941, o HL 1 era homologado. Em maio do mesmo ano, a Diretoria de Aeronáutica
Civil encomendou 100 aeronaves à CNNA. Os aparelhos foram denominados HL 1 B e
diferiam da primeira série por contarem com um tanque de combustível menor,
com capacidade para 50 litros de combustível contra a versão inicial. Aviões
HL 1 foram exportados para a Argentina, Chile e Uruguai. Cerca de 15 aeronaves
foram vendidas a particulares, totalizando uma produção de 123 aparelhos HL 1.(4
)
Avião HL1,
fabricado em 1943 pela Companhia Nacional de Aviação Aérea.
Fonte: Arquivo Carlos Dufriche
A
CNNA realizou estudos e construiu alguns protótipos que nunca chegaram a
ser produzidos em série e outros jamais voaram. O modelo HL 2 foi um desses
aparelhos. Concebido para o transporte de seis passageiros ou para emprego pelo
Correio Aéreo, o HL 2 seria um bimotor de asa baixa e contaria com dois motores
de 130 e 200 cavalos. O protótipo chegou a ser montado parcialmente e empregava
madeiras nacionais na estrutura e no revestimento.
Avião HL1 fabricado em 1942 pela Companhia Nacional de Navegação Aérea e destinado à formação de pilotos privados no Aeroclube de Guaratinguetá, em São Paulo
Em
1941, a CNNA lançou o modelo HL 3, um aparelho monomotor, de treinamento primário
para duas pessoas e motor de 75 cavalos. As empresas nacionais dependiam das
encomendas governamentais para sobreviver. A concepção básica do HL 3, de
responsabilidade do engenheiro René Vandeale, foi elaborada em apenas um dia
por sete engenheiros e técnicos, prazo que a Diretoria da Aeronáutica Civil
teria dado ao empresário Henrique Lage para que a CNNA apresentasse uma
proposta e participasse de uma determinada concorrência pública. Apenas três
meses mais tarde, o HL 3 realizava seu primeiro vôo, não chegando, contudo, a
ser fabricado em série.(5)
O
avião HL 4 era apenas uma versão do HL 3, com motor mais potente, de 130
cavalos e outras modificações. Também não chegou a ser produzido em escala.(6) O aparelho HL 5 chegou à fase de protótipo. Na verdade, era um
modelo HL 1 dotado de flutuadores. Mas em outubro de 1942 a CNNA realizava o
primeiro vôo do protótipo do avião Hl 6 que, juntamente com os aviões Muniz
M7 e M9 e HL 1, foi efetivamente fabricado em série.
O
HL 6 era um modelo de treinamento, de dois lugares, asa baixa e estrutura de
madeira. Em 1943, a CNNA construiu cinco aviões HL 6A, uma versão
modificada do protótipo, que possuía motor mais potente e cilindros aparentes.
Em 1944 voava o HL 6B, um novo modelo do mesmo avião, desta vez com cabine
coberta e dotado de um motor Lycoming de 290 cavalos. Foram fabricados 39
aparelhos HL 6B, que receberam o nome comercial Carué. (7)
Avião
HL6 B, fabricado pela Companhia Nacional de Navegação Aérea.
Fonte: Arquivo Carlos Dufriche
Outro protótipo da CNNA que não chegou a ser fabricado em série foi o aparelho HL 8, um trimotor, de 130 cavalos em cada propulsor, com trem de aterrissagem fixo. Voou pela primeira vez em dezembro de 1943. Seria uma aeronave de transporte, capaz de levar uma carga útil de uma tonelada e realizou testes de vôo durante mais de um ano.(8)
Os aparelhos que receberam a numeração 7, 9, 10, 11, 12 e
13 jamais saíram do papel. A aeronave HL 14 chegou à fase de protótipo. Era
um monomotor de treinamento de dois lugares.
Agonia
e morte da Companhia de Navegação Nacional Aérea
O
mercado brasileiro de aviões leves disputado pela CNNA constituía-se das
encomendas militares e de uma verba anual do Ministério da Viação e Obras Públicas.
A indústria norte-americana vivera, durante a Segunda Guerra, uma fase de
crescimento acelerado, chegando a produzir dezenas de milhares de aviões.(9)
Findo o conflito, os Estados Unidos dispunham de grandes quantidades de
aeronaves e doaram essas sobras de guerra ou venderam os aviões a preços simbólicos.
Esse fato impediu o crescimento das indústrias aeronáuticas nascentes que
existiam no Brasil.
Três aparelhos HL6 A fabricados pela Companhia Nacional de Navegação Aérea, estacionados no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro
Em
novembro de 1945, Luiz Felipe Marques, diretor técnico e posteriormente
presidente da CNNA, apresentava uma tese ao II Congresso de Engenharia,
realizado no Rio de Janeiro. Nela, Marques realizava um histórico da trajetória
da indústria aeronáutica brasileira, em particular na CNNA, e propunha uma política
de desenvolvimento para o setor. Segundo Marques, até a criação do Ministério
da Aeronáutica o Governo havia comprado da CNNA, através do Ministério da
Guerra, 60 aviões Muniz M7 e M9 e outros 100 aviões da linha HL, por intermédio
do Ministério da Aviação e Obra Públicas. Depois da Campanhia Nacional da
Aviação, nenhum crédito teria sido alocado para compra de aeronaves da CNNA
ou de qualquer outra empresa nacional de aviões.
Ao
terminar a Segunda Guerra Mundial, o Brasil contava com indústrias nascentes em
três estados: no Rio de Janeiro, a própria CNNA, a Fábrica do Galeão e a Fábrica
Nacional de Motores; em São Paulo a Companhia Nacional Aeronáutica Paulista, e
em Minas Gerais a Fábrica de Lagoa Santa. O país dispunha, portanto, de
instalações industriais, máquinas, ferramental, técnicos e até mesmo de
alguns poucos materiais e instrumentos fabricados internamente. Todo esse patrimônio
havia sido construído com base em encomendas governamentais. As fábricas do
Galeão e de Lagoa Santa trabalhavam exclusivamente sob o regime de encomendas,
produzindo aviões militares. A CNNA e a CAP fabricavam aviões leves para
treinamento primário mas suprindo também encomendas do Governo.
Avião HL6 B, fabricado pela Companhia Nacional de Navegação Aérea. O aparelho da foto foi destinado ao Aeroclube do Brasil, no Rio de Janeiro e tinha matrícula de 1949
Os
aviões leves fabricados no país competiam com os importados sem nenhum tipo de
proteção. Em 1945 voavam no país cerca de 800 aviões civis e 1.500 aeronaves
militares. O acesso ao mercado público era essencial para viabilizar a produção
de aeronaves no país, não somente pelo fato de que a aviação militar possuía
uma frota quase duas vezes maior do que a aviação civil, bem como porque a
maioria das aeronaves civis eram compradas pelo Governo para distribuição aos
aeroclubes.
Durante a Segunda guerra foi a mobilização desse poder de compra que proporcionou o surgimento e crescimento das empresas nacionais. Findo o conflito, a política mudou e o Governo Federal tomado por uma orientação liberal não tinha mais interesse em fomentar a indústria aeronáutica.
Publicidade das empresas do industrial Henrique Lage, fundador da primeira fábrica de aviões do país
Em
17 dezembro de 1945, durante uma conferência, o professor Richard Smith, do
Massachusetts Institute of Technology, convidado pelo Ministério da Aeronáutica
para assessorá-lo na implantação do CTA, afirmava que o Brasil deveria
“projetar e fabricar tipos diferentes de aviões” que preenchessem suas
necessidades. Esses aparelhos seriam projetados para “linhas aérea
brasileiras, carga para brasileira e nível econômico brasileiro”, mas sua
realização seria possível apenas decorridos 10 anos da criação de escolas
superiores de engenharia aeronáuticas e de laboratórios de pesquisa. Até esse
momento, o Brasil não teria outra alternativa senão “usar aviões
estrangeiros”.(10)
Sem
dúvida alguma o Brasil tinha necessidade de uma escola de nível superior,
dedicada à formação de engenheiros aeronáuticos, bem como laboratório de
pesquisa, tendo sido muito relevante a colaboração de professores estrangeiros
nesse sentido. Não obstante, Smith desconsiderava o parque instalado no país e
a importância do acesso ao mercado para o desenvolvimento tecnológico e o
crescimento da produção de aviões no país. A criação do ITA, em 1950,
representou um passo essencial para o desenvolvimento da tecnologia aeronáutica
no Brasil, mas apenas passados 20 anos da conferência de Richard Smith é que
surgiu a grande indústria aeronáutica brasileira, justamente graças à política
de compras do Governo, combinada com o investimento em pesquisa tecnológica.
Dessa
forma estava nas mãos do Governo todos os instrumentos de política para o
setor. Finda a Segunda Guerra Mundial, terminara também a forte motivação
militar para a implantação da indústria no país. Por outro lado, o Governo
Dutra, marcado por uma tendência liberal, contrastava fortemente com o Governo
Vargas, cujos traços fundamentais de política econômica eram o
intervencionismo estatal e o impulso ao desenvolvimento industrial. (11)
Luiz Felipe Marques propunha uma política industrial que estabelecesse um volume de compras para o período de 1946 a 1951 e que permitisse a fabricação de aviões, materiais e instrumentos aeronáuticos, além da instalação de um túnel aerodinâmico e da formação de recursos humanos. Marques concluía sua tese propondo a constituição de uma comissão no âmbito do Ministério da Aeronáutica com a finalidade de delinear essa política, comissão que seria composta por membros do Governo e representantes da iniciativa privada nacional. Mas as idéias do diretor da CNNA não encontravam eco no Governo. Em janeiro de 1946, ele registrava a evasão dos poucos técnicos das indústrias aeronáuticas nacionais para outros campos da atividade econômica, pela falta de perspectiva do setor. O quadro era de desalento e de “destruição lenta de todo o patrimônio realizado” até aquele momento.
Marques
propunha que o Governo comprasse a produção nacional de aviões leves e a
revendesse a particulares, como já se praticava na Inglaterra e como já se
havia praticado no Brasil no caso de 100 aparelhos HL 1, vendidos a prazo a
terceiros pelo Ministério da Viação e Obras Públicas, através do Banco do
Brasil. (12)
Publicidade da Companhia Nacional de Navegação Aérea
O
relatório da diretoria da empresa, datado de 31 de dezembro de 1947, não
deixava dúvidas quanto ao futuro sombrio que se avizinhava. No documento, a
diretoria da empresa ressaltava o fato de que buscara entendimentos com o
Governo Federal, visto que em todo o mundo a indústria aeronáutica dependeria
“do mercado do Governo”.(13) Os mercados civil, comercial e desportivo, também
seriam subvencionados pelo Governo, e naquela época o mercado particular não
seria suficiente para viabilizar economicamente uma empresa, nem mesmo nos
Estados Unidos.
O
mercado potencial representado pela aviação desportiva e individual era
estimado em 1.600 aviões leves, distribuídos por cerca de 300 aeroclubes que
abrigavam cerca de 7.500 pilotos civis.A reposição anual da frota era estimada
em 5%, o que significaria um mercado anual de 100 aeronaves de três tipos básicos:
65 cavalos para dois lugares, 130 cavalos para dois e três lugares e até 200
cavalos para quatro lugares. O documento registrava que no Orçamento da União
para 1948 nada havia sido previsto que permitisse a compra de aeronaves pelo
Governo. A CNNA necessitaria, segundo o texto, de uma encomenda mínima de 24
aviões para não ser obrigada a encerrar suas atividades, quantia essa que se
considerava modesta sobre todos os aspectos, inclusive o do interesse nacional
de manter pelo menos uma fábrica de aviões em funcionamento no país.
Publicidade da Companhia Nacional de Navegação Aérea
Em
1948, Marques enviava um telegrama a Dutra pedindo a compra de 10 aeronaves HL 6
pelo Governo, para que a CNNA pudesse sobreviver até 1949. Mas em junho de 1948
a empresa interrompia a sua produção pela falta total de encomendas. Depois de
uma lenta agonia, finalmente, a 30 de novembro de 1948 a empresa fechava suas
portas. Em seus 12 anos de existência, a empresa produzira 66 aviões Muniz,
sendo 26 modelos M7 e 40 modelos M9, além de 123 aparelho HL 1 e 45 HL 6,
totalizando 234 aeronaves.
(1)
MUNIZ, Antônio Guedes. Depoimento
ao autor. Rio de janeiro, 8 de setembro de
1983.
(2)
P.H.C. - Um novo avião brasileiro: o CNNA
tipo HL publicado em o Correio
da Manhã, Rio de
Janeiro, 1940.
(3)
SOUZA, José Garcia de. A verdade sobre a história
da aeronáutica. Op. cit. p. 210
(4)
Carlos Dufriche – Henrique Lage/HL 1. Flap
Internacional n.º 43, maio de 1975.
(5)
VANDEALE, René. Informações sobre o inicio da
construção aeronáutica no Brasil em geral e particularmente na
organização Lage. Manuscrito Arquivo Carlos
Dufriche.
(6)
P.H.C. – Dois novos aviões nacionais, os HL3
e HL4 em o Correio
da Manhã, Rio de Janeiro, de 23.08.1941.
(7)
ANDRADE, Roberto Pereira de. A construção
aeronáutica no Brasil.1910/1976. São Paulo,
Brasiliense, 1976, p. 98
(8)
Idem p. 131
(9)
MARQUES, Luiz Felipe. Problemas da administração
da construção aeronáutica no Brasil. Rio de
Janeiro, 1948, s.n.t., p. 27. Biblioteca do Museu Aeroespacial.
(10)
Citado por MARQUES. Luiz Felipe. Problemas da
administração aeronáutica no Brasil. Op.
cit. p. 50.
“a
primeira fase no imediato pós-guerra, de 1945 a 1947, corresponde a um alívio
da situação do setor exportador com a retomada de termos absolutos
da capacidade de importar aos níveis da pré-crise. Em consequência o
crescimento da economia nesses anos foi menos orientado no sentido da substituição
de importações do que na expansão do setor exportador”.
TAVARES, Maria da Conceição . Da substituição
de importações ao capitalismo financeiro. Op.
cit. p. 70.
(11)
MARQUES, Luiz Felipe. Problemas da administração
da construção aeronáutica no Brasil. op.
cit. p. 50
(12)
Idem p. 57
(13)
Ibidem p. 96